quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

A vida não é só corrida...é também natação!

Eu faço natação desde pequena. Acho que comecei quando meu irmão teve uma crise de bronquite e lá fomos os dois. Mas pode ser que meus pais tenham me colocado só para aprender a nadar, o que também é super válido, para não ser daquelas que não pode ir na casa da amiga que tem piscina funda, nem na praia, porque não sabe nadar...papelão. No meu caso, sendo criada em Floripa, e indo para o Rio com freqüência, fazia mais sentido ainda não morrer afogada.
Nadei até uns dezoito anos, mas nunca fui de competir, morria de vergonha (sim, sim). Aliás, tinha vergonha já de usar o maiô, touca, e fazer o aquecimento em volta da piscina. Inclusive, só de lembrar tenho vergonha de novo, eu cresci rápido, o maiô ficava esticado no meu corpo, era péssimo.
Na época, meus ombros e costas ficaram, digamos, bem desenvolvidos. Não era lindo, eu já era magrela (de verdade), e aquele ombrão, sei lá, meio estranho, e acabei parando, e fiquei muitos anos sem nadar, quero dizer, sem treinar natação.
Quando fui morar em Brasília, aquele calor seco (que deixa o cabelo e a pele lindos, de verdade, ai que saudade) me deu muita vontade de voltar a nadar, e aí não parei mais.
Gosto de nadar no verão para refrescar, e no inverno para dar uma animada, e adoro a agua quentinha para nadar em um dia bem frio. Não às seis horas da manhã como meu amigo Oscar, porque acho que nada deveria começar nesse horário, no máximo terminar...A natação é meu momento de relaxamento total. Fico em estado alfa, quase chapada, depois dos 45 minutos mágicos. Dá fome. Muita fome, mas de comida mesmo, pratão. Por isso prefiro fazer à noite, para não ter tempo de comer muito depois, já que quero mais é dormir...
E não é moleza a aula, o Alexandre, professor que adoro, sempre alto astral, passa os exercícios corretivos, que eu gosto muito de fazer também, porque melhoram a técnica  e tiram a monotonia da aula.
Mas devo dizer que, diferentemente da corrida, não tenho ambições na natação. Minha relação com a água é diferente, e é silencioso, é tããão bom...
Só que esse povo do triatlo adora fazer travessia, e um colega de trabalho também participa sempre, mais o Alexandre incentivando,  desde o ano passado estou ensaiando para fazer uma.
Mas tinha que ser "a" travessia, ou seja, perfeita, para meus padrões: calor, dia de sol, agua não gelada, limpinha...
Além disso, o fato de não querer competir não significa me permitir fazer fiasco, do tipo chamar o socorro durante a prova e ser resgatada em uma prova pequena. Então eu queria dar umas braçadas no mar para ficar mais familiarizada.
No final do ano o mar da praia da Daniela em Floripa estava perfeito para treinar, de maneira que nadei muitos dias, como já falei no outro post. Lá eu me sinto segura, conheço a praia, e a correnteza não é forte.
E com toda essa experiência (ahã), me inscrevi na Travessia da Sepultura, e ainda convenci a Simone a ir comigo. Amiga-irmã é para isso.
Claro que já me inscrevi nos 1500m porque achei que 800m era pouco, ia dar tão pouco tempo que não ia valer como exercício físico do dia. Me inscrevi não, eu e a Simone demoramos para decidir e tivemos que pedir ajuda, e a querida da Jake fez a inscrição E pegou os kits. Obrigadíssima!
O kit tem camiseta (ai, feia, sorry) e uma touca, achei legal. Não usei porque tenho apego à minha de bolinhas, mas era normal, e fazia alusão à prova. Até acho que não precisa camiseta, porque não é um acessório que se utiliza para nadar, certo? Fica a dica: uma touca e um isotônico são perfeitos. 
Confesso que foi um certo empenho: a largada era nove e meia da manhã, o que faz a gente pensar: uau, bem mais legal do que a corrida. Sim, mas eu estava em Floripa, então acordei as seis horas da manhã, para poder comer,  busquei a Simone, e fomos para Bombinhas, tendo que chegar antes de a fila para Porto Belo começar a bombar (ops).
O dia foi perfeito: sol, calor na medida, e a água estava muito boa, só que com micro pedaços de água viva, que não queimavam, mas davam uma pinicada, e eram muuuuitos, parecia que tinha gelatina na água, tenho certeza de que engoli alguns quando engoli água (sem piadas, Everton).
Gente, quando chegamos lá, vi que é outro mundo, nada a ver com a corrida. Primeiro porque as pessoas estão com pouca roupa, não tem ipods, tenis coloridos, mil apetrechos, hidratação...é maiô, touca, óculos, e, no meu caso, protetor de ouvido. Alguns têm garmin, mas é luxo. Em suma, impossível ficar sequer bonitinha na situação, sem querer ofender ninguém. E o mais legal e que todo mundo está assim! Adorei, super democrático, porque eu me sentia exatamente como quando tinha 12 anos: ridícula de maio, touca, oculos. Tá bom, tinha a Simone de sunkini, bem mais bonitinho, e meninas de macaquinho do triathlon, que não, não é bonitinho. Mas em geral, todas semelhantes.
Os meninos ja ficam melhores, porque estão de sunga, embora nem todo homem possa usar sunga na vida. Claro, os que nunca tomam sol de sunga ficam mais, digamos, coloridos...não citarei nomes.
Felizmente encontramos o Everton e os outros meninos triatletas de Blumenau, que já têm a manha das travessias, nos guiaram até a praia da Sepultura e deram as explicações, tipo mirar a primeira boia amarela, depois a seguinte, depois a branca, e aí é só contornar a branca e nadar em direção à areia. Fazer xixi no mar antes de começar. Nadar olhando para frente de vez em quando para não perder o ponto de referência, coisas assim.
Check-list: xixi, boia amarela, outra amarela, branca, contorna, areia, olha para frente. Beleza.
Largada dos homens primeiro, bem civilizado, para não apanharmos.
O momento da largada é super animado, o povo batendo na água, astral bem bom mesmo.
Pessoas de tipos físicos muito diversos: altíssimos, baixinhos, gente fortinha, gente passando do ponto de fortinha, gordinhos e gordinhas, muitos adolescentes com aquele ombrão que eu não quis ter...Como gosto de dizer, "tinha de um tudo".
Chegou nossa vez. Eu fui para me divertir, nem pensei em competição. Sim, mas isso era eu, porque as outras estavam, obviamente, competindo! Tomei cada tapaço, cotovelaço, etc!! Outro mundo mesmo, nunca apanhei correndo! elas me fechavam, impressionante. Realmente, raia é um negocio de civilização avançada.
Tinha correnteza, mas achei que era frescura minha de iniciante, então fui em frente, embora meio carregada para o lado. A boia amarela é o negocio, mirava e ia, respiração unilateral para não perder a referência, para o lado que não vinha agua no rosto.
Fui devagar, sentindo bem as sensações das braçadas na água, da pernada, respiração ritmada, do jeito que eu gosto de nadar. Nadando peito para relaxar de vez em quando e olhar melhor para frente...bom demais.
Passou a boia branca,  agora é só ir para a praia. Que não chegava nunca...coisa longe. E tinha que dar uma olhada, nadando peito, para encontrar o local da chegada, porque lá passava pelo leitor do chip, e eu, que não enxergo bem, demorei para achar aquilo, e perdia de vez em quando, isso me me fez nadar mais devagar, mais atrapalhada, e ser ultrapassada por praticamente todas as pessoas, hahaha.
Mas cheguei, e aí quando a gente fica em pé dá uma tontura,  passa no corredor, depois tem que tirar o chip do tornozelo (sim, é um troço legal, com velcro, que prende na perna), mas tem gente fotografando, então tem que tirar logo os oculos e a touca para não ficar triste depois vendo a foto com cara de maluca. Claro que a marca dos óculos te acompanha o dia todo...mas até que a foto que a Camila, noiva do  Sukita tirou, prestou.
Fiz em enormes 40 minutos os 1500m. Mas, na verdade, não tenho parâmetros de comparação, porque na praia eu não tenho como medir o quanto nado, e todos disseram que não da para comparar com tempo de piscina, que ja fiz 33', mas o normal é 35'.
Adorei fazer a travessia, certamente vou querer fazer outras. Minha primeira medalha de participação em natação, que gostoso. Aprendi algumas coisas, ja vou ficar mais esperta, e, mesmo não competindo com as outras, quero baixar o tempo. Só quero ver se vou ficar tão animada se na próxima estiver chovendo, ventinho, etc. Mas penso nisso quando chegar lá.






sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Se chama a corrida de treino, então não são férias...

Eu tinha uma planilha para dezembro e inicio de janeiro. Feita do jeito que eu pedi para o Everton: só tres dias na semana, para não forçar, e incluindo corrida na praia, para eu curtir. Se ele ler este post vai dizer que eu tenho, e não que eu tinha, porque ainda não acabou.
Sorry, eu tinha a planilha...porque não segui. E agora já superei inclusive a culpa de não seguir a planilha, que foi o mais difícil.
Isso aconteceu, primeiro,  porque eu percebi que realmente estava em recesso.  De tudo. A vontade de correr levou dias para aparecer, e veio acompanhada de uma lerdeza sem fim...ai que cansaço. Cansei do ano de tantas provas, de treinos, de tiros, treino run, longos, tudo isso. Me vi sem disposição para correr, e as pernas ficaram tãããão pesadas...
Então eu não corri. Não corri mesmo, tanto que não fui fazer a prova noturna de Bombinhas, e eu estava inscrita!! Ah, estava chovendo, não tinha com quem deixar o Arthur, tinha que ir cedo para buscar o kit, e ficar lá esperando...Então pedi para a linda da Michele pegar os kits para nós (sim, eu ia correr 10km e o Péricles 5km), e um dia eu pego com ela. No dia seguinte fiquei triste por não ter ido, mas passou.
 Eu fiz outras coisas do dia 20 de dezembro até esta semana, porque parada não consigo ficar mesmo. Eu nadei, no mar da praia da Daniela, que eu adoro, e fiquei muito feliz!! Tomei sol, botei o maiô, touca, oculos e protetor de ouvido, fui, e estava ótimo.
Também andamos de bicicleta. Sim, no plural, eu e Arthurzico na cadeirinha. Sendo assim, não posso dizer que "pedalei", porque não era nada profissional. Era passeio, conversando com ele, rumo a Jurerê, procurando corujas, quero-quero, gatos, cachorros e fuscas. A bike, emprestada da Tita-Simone, não tem marcha, me lembra um pouco a Caloi Ceci (sim, sou véia), e dava uma canseira nas pernas...mas tudo bem, na verdade, tudo ótimo, a bike tem até cestinha, então fomos à padaria, mercado, etc.
E aí quando deu vontade de correr, corri. Na verdade, corremos, eu e o marido. Isso aconteceu quando, na minha mente, em vez de pensar: vou treinar, eu pensei: vou correr um pouco. Porque aí voltou a ser prazer, não me preocupei com velocidade (sim, ainda sou eu, mas na versão relax) , e corri o quanto deu vontade, que foi um dia 5km, no outro 8km, depois 9km, depois 6km, assim, só para ser feliz.
Me senti um pouco a corredora que nunca mais será capaz de correr rápido, parecia que estava começando a correr agora, porque quando quis ser ligeirinha, fiquei acabada, exausta, e, conseqüentemente, frustrada.
Lendo um pouco, descobri que isso é comum. Realmente, o corpo precisa de um descanso, e não só o corpo, a mente também, para procurar e ter novos estímulos. Manter sempre o mesmo ritmo de treino ninguém aguenta, falta motivação, e fica mais difícil chegar no ápice, ou seja, no seu momento ótimo, que é quando tem mais chances de alcançar os objetivos que traçou, melhor fase, pico.
Isso significa que os objetivos de 2013 têm que ser mais claros e, estabelecidos, devem ser buscados com menos desvios de rota.
No meu caso, ainda tive uma troca de medicação que eu sabia que poderia afetar desempenho. Para completar, fiquei meio bolada ao descobrir que alguns parceiros de corrida cuja opinião levo em conta, acham meu espírito competitivo,  digamos, exagerado, e nunca imaginei que fosse assim que eu fosse vista (vai ver que eu estava viajando total), mas é algo para meditar. Então foram várias coisas, com o resultado desastroso esperado.
Só que sou Polyana, de maneira que acho que tudo tem lado bom, e que sempre se aproveita (limão, limonada, capirinha, sabe?). No caso da corrida, enquanto eu não voltar à minha vida cotidiana normal, não chamo a corrida de treino, chamo de "uma corridinha", e assim eu tenho vontade de calçar os tênis, porque me sinto em ferias. Se está bom, eu faço mais km; se não está, faço menos. Começo devagar, e vou aumentando o ritmo. Quando fica confortável, está otimo, independentemente do que o garmin esteja me dizendo...
Ah, até funcional eu consegui fazer nesses dias, dei uns pulos que o Franklin ensinou no final do ano, abdominais, comprei um extensor e fiz vários exercícios com ele, fiquei até dolorida, uhu!
No final das contas, pensando bem, fiquei  ativa nesse período, mas sem chamar de treino, porque aí dá vontade. E depois tinha a cervejinha, ou o vinho, para ser beeeem feliz.




terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Que venha 2013!

Os últimos meses do ano foram difíceis. Muito trabalho, então todo o tempo que sobrava (que era pouco) era para a família e correr. Escrever, só sentença.
Mas agora o trabalho está mais calmo, estamos em recesso, e posso pelo menos fazer um balanço do ano de 2012.
Foi um ano muito intenso na corrida. Tanto que resolvi compartilhar com as pessoas pelo blog.
Como vou precisar de vários posts para falar de assuntos atrasados (e preciso fazer isso, porque foram varias provas que preciso compartilhar), este é só para falar do que foi mais marcante em 2012.
A corrida de superação do ano foi o Mountain Do Lagoa da Conceição. Quanta coragem do Everton, meu treinador, de me convidar para fazer dupla com ele. Eu nunca tinha feito Mountain Do, e achava que não tinha nada a ver comigo.
Mas como já fiz Volta à Ilha duas vezes, e K12 Bombinhas, achei que poderia ser até uma boa ideia. Mas em dupla...já era meio maluquice. Só que o Everton disse que eu era capaz, que ia dar certo, era só treinar.
Foi em um período em que eu estava com muito trabalho, então os treinos não foram exatamente como eu gostaria, ainda mais quando eu via as outras meninas que iam fazer em dupla treinando beeeem mais do que eu.
Inesquecível o último treino forte, uma semana antes da prova, subindo o Portal da Saxônia em Blumenau, com a Giovana e a Amanda. A panturrilha gritava em alemão, mas sobrevivemos.
Nessa prova fiz tudo certo: treino, nutrição e hidratação. E a organização do Moutain Do é exemplar, água de sobra em todos os trechos (e olha que alguns não eram de acesso fácil), isotônico no final de cada trecho, assim como barra de proteína, e ainda gel de carboidrato em alguns. Tive uma super staff, a Vanessa, que me levou de um trecho para outro e deu muita infra. 
Mas é muito punk,  e medir o ritmo é difícil porque eu sabia que ia correr mais de 30 km, então não adiantava disparar em um trecho bom e correr o risco de ficar sem gás, perna, etc, quando viesse um mais difícil. E não tem jeito, tive que abandonar o espírito competitivo e me deixar ultrapassar, sem estressar, por pessoas correndo em quarteto e octeto.
Eu estava tão anestesiada pelas condições da prova, que em nenhum momento pensei que não conseguiria. O primeiro trecho fiz com a Giovana e a Amanda, foi o melhor com certeza (com direito a foto na Revista Contra Relógio e tudo), depois descansei, depois dobrei, descansei, e fiz o penultimo dos 8, que foi o pior para mim, porque era trilha fechada, sem vista para nada, e isso não me agrada muito. Sozinha, não passava quase ninguém.
Tem de tudo: areia fofa, dunas, matão, trilha aberta, trilha fechada, trilha boa, meio do nada, tudo difícil, porque não tem fácil nessa prova, mas é aquela historia: quando eu cheguei no topo do morro da Praia Mole, e vi aquele marzão, aquela vista inacreditável, a sensação foi deliciosa.
E terminar, realmente, é indescritível. O Everton foi show de bola, disse que estava confiante e que eu não o decepcionaria de jeito nenhum, ou seja, não botou pressão, eu estava tranquila, só queria terminar feliz. E foi o que aconteceu.
E foi tão bom, mas tão bom, que no dia seguinte eu estava inteirinha, sem dor muscular, impressionante! Na hora em que terminamos, era "nunca mais" em dupla. Agora, pensando bem...vamos ver.
Em termos de performance, o que fiz de melhor foi participar da Maratona Express de Revezamento, equipe feminina top de linha, todas fazendo o seu melhor em busca de uma vaga para a Volta à Ilha, e deu certo, nosso terceiro lugar garantiu a vaga para o grupo. Foi uma prova tensa, porque correr um quilometro e ficar esperando para fazer depois mais um, dá uma ansiedade danada! Era uma prova de tiros, e a recuperação entre eles nunca era a mais completa, sol a pino...
Mas a vitória do grupo e nossa alegria no pódio foram sensacionais!
E pensando nessas duas provas, percebi que as maiores alegrias que tive foram em provas de equipe. Quem disse mesmo que a corrida é solitária?
Individualmente, uma prova de que gostei muito foi a night run de Balneário Camboriú, com um resultado consistente para meus treinos, sem calorão, organizada, bem iluminada, areia boa de correr.
Conheci o dr. Fábio Cardoso em 2012, médico do esporte, que complementa agora meu trabalho com a nutricionista Nádia, e em 2013 vou levar a sério a suplementação que ele me passou. Acabei recebendo as receitas mais no final do ano, então achei que não valia a pena usar de todo o aparato sem o treino compatível.
Em uma análise objetiva, participei de muitas provas no ano de 2012, provas demais, e perdi o foco. No mês de dezembro, estava cansada física e emocionalmente da corrida, porque sempre me cobro muito, então não relaxo em prova alguma.
Tantas provas prejudicam os treinos, e tiram o foco, que era baixar meu tempo nos 10km.
Agora é hora de sentar com o treinador e estabelecer as metas para 2013, e trabalhar sério para alcançar. Um dos meus objetivos é, certamente, me divertir mais com a corrida em 2013.
Estava bem desmotivada no final do ano, acho que esgotada mesmo. E agora estou dando um tempo de treinos sérios, para ter vontade quando souber as provas que vou fazer. Estou na praia, e aqui estou nadando mais, e andando de bike com o Arthur, uma delícia. A corrida fica para quando estou com disposição (que, confesso, não aparece com a freqüencia que eu gostaria).
Vou organizar meu album de fotos de corrida de 2012, e ao longo de janeiro vou relembrar as provas, até para ver quais quero repetir no ano que se inicia.
Feliz 2013 para todos os corredores, bora se divertir!!