terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Que venha 2014!!

Então é isso. Já era. 2013 acabou. Quem correu, correu, quem não correu, só ano que vem. Oba, tem ano que vem!! E já começa daqui a pouco!!
Acho que a semana é boa para pensar no que a gente fez em 2013, tentar lembrar dos projetos e metas (aqueles da primeira semana de 2013), e ver o que deu certo e o que não deu. 
Quando pensar no que não conseguiu fazer, pense também se não exigiu demais. Ou se desejou sem um planejamento, sem um objetivo concreto. Uma coisa é ter o objetivo de emagrecer, outra é planejar a ida à nutricionista e pensar na atividade física que agrada. A resolução era correr, mas "não deu tempo". Quando resolveu correr, pensou em que horário faria isso? Correu duas vezes e odiou, vai continuar tentando ou quem sabe mudar o plano e fazer dança contemporânea?
Tem gente que  diz para mim: "meu projeto de ano-novo é correr como você, mas é tão difícil". Não, não. Corra como você, e não como eu nem qualquer outra pessoa! Simplesmente corra, e não olhe muito para trás! Toda mudança traz desconforto inicial, faz parte. Superado, pronto, o que quer que tenha sido iniciado vai se incorporar à rotina.
Se for correr, pense numa prova de corrida para fazer, sempre dou a dica, porque anima muito mais a treinar. 
Arrumando meu armário, organizei as camisetas das provas do ano. Foram 18 (na foto abaixo estão faltando a da Volta à Ilha, do Triathlon do Sagu e a da meia de Floripa, de manga comprida). Isso significa que meu projeto de 2013 de fazer uma prova por mês fracassou totalmente. Ops. Mas nessas camisetas estão também as de triathlon (duas, com orgulho), e de travessia (só achei a da Ilha das Cabras). E tem também as corridas de aventura e em equipe, como Volta à Ilha e k42. 
Olho para as camisetas, e, independentemente de serem feias, usáveis, lindas, cada uma me traz uma recordação diferente: melhorei o tempo, não consegui melhorar o tempo, fiz no exterior, o dia estava lindo, chovia horrores, estava doente, quebrei, ganhei trofeu...Todas as provas foram importantes em algum nível e me trouxeram aprendizado.
Devem servir agora para eu estabelecer o norte para 2014. O que eu quero para minha vida de atleta? Difícil responder, porque abri meu leque de opções com a natação levada mais a sério, a bike e o triathlon. Fora as distâncias. Continuo sendo, na essência, corredora. Sei disso porque é quando me sinto mais competitiva. Mas os novos desafios são tããão interessantes...quem diria que eu faria uma prova de triathlon?
Só que é como eu já disse: não é pensar no que eu gostaria de fazer, e achar que pode ser uma resolução/meta  para 2014. Tem que ser possível, dentro da minha rotina que inclui trabalho, marido, filho, casa. Estabelecer metas impossíveis gera inevitável frustração, e não estou nem um pouco interessada em ter isso no currículo do ano que nem iniciou ainda.
Tentei escolher a prova favorita do ano, a que me deu mais prazer, para me ajudar a definir o futuro, mas ainda assim é duro, porque foram emoções diferentes em cada uma: teve superação, resultado, desafio novo...
Prova rápida ou mais longa? Já consegui definir que provas de 5km me deixam infeliz. Pronto, uma a menos.
Continuo sem vontade de fazer uma maratona. Outro item a menos.
Já a meia maratona me interessa cada vez mais, acho que 16km (10 milhas) são show, a acredito nos meus 10km...eu acho...rs. Corridas de aventura? só bem selecionadas. Em equipe? Dupla é o limite para 2014. 
Secar ou continuar forte?
O que eu sei é que não sirvo para ficar parada, fico infeliz. E preciso de metas na corrida também, o triathlon ainda é um bebê na minha vida, estou na fase de conseguir concluir cada treino e cada prova e isso me deixar feliz. Fora o empenho que é levar a tralha toda para os lugares. Correr é prático, especialmente para as mães. Qualquer viagem que a gente faz é só levar um par de tênis que já pode se inscrever em uma prova, bom demais.
Pretendo pensar nos próximos dias sobre isso. Levando em conta o meu jeito competitivo, o prazer que o exercício me dá, as amizades que me proporciona, o tempo e o dinheiro que eu tenho disponível e que quero usar para isso, o que o Arthur fica mais feliz em me acompanhar, o que mantém minha família mais unida...
E pensar nisso, sinceramente, já é um prazer. Venha 2014, estou te esperando.
Desejo um ótimo e produtivo 2014 para os leitores do blog, obrigada pela companhia, foi uma honra saber que cada um tirou um pedaço do seu tempo para ler meus desabafos e minhas alegrias. Compartilhar é a melhor parte. E saber que posso servir, de algum modo, como exemplo positivo, é muito gratificante e muita responsabilidade.















quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Espírito Natalino

Não sou uma pessoa muito natalina. Gosto de avisar porque isso explica o fato de eu não ficar mandando lindos votos de Feliz Natal para todo mundo, com figuras e desenhos, por todos os meios possíveis: facebook, sms, whatsapp, etc.
Acho que este foi o primeiro ano em que não fui correr no dia 24, final de tarde. Costumo ir, para relaxar e ja aplacar a culpa da comilança que geralmente me aguarda.
Não fui porque ajudei minha mãe com os complementos da ceia (fiquei encarregada da salada-oba-, arroz com amendoas e espumante - sim, muito chique-, e uma torta de panettone com sorvete - tãããooo difícil), e estava calor demais, não tive forças.
Tive um tempinho para pensar no espirito natalino e a corrida. Porque o resto todo mundo já sabe, escreve e deseja. Como aqui nosso assunto é esse, quis focar, até para exercitar esse negócio de Natal que todo mundo adora, e que para mim é estranho desde que não tenho meus avós vivos - e aí já se vão quase vinte anos. 
Na verdade, sempre me pareceu estranho eleger um dia para que a fraternidade, solidariedade e amor ao próximo estejam realmente presentes e sejam importantes. Sim, o símbolo é necessário para a lembrança, especialmente porque celebramos o nascimento de Jesus. Mas isso faz parte da minha cisma com os dias especificos, como dia da Mulher, etc. 
Pensando em tudo isso, cheguei à seguinte conclusão: na vida do corredor, o espírito natalino está nos pequenos gestos, porque, como já disse antes, a corrida e um esporte solitário, mas também é solidário e de muita parceria e amizade.
Fraternidade e solidariedade? 
Estão: naquela prova em que você quebra total e um amigo que está melhor do que você resolve te acompanhar para você não parar; no parceiro que te acompanha no último km de corrida do primeiro triathlon da vida (depois de ele mesmo ter feito tudo); no atleta super experiente que te dá muuuitas dicas preciosas antes de uma prova importante; no desconhecido que para de correr, junta a tua garrafinha do chão e corre para te entregar, no meio da prova; no desconhecido que compartilha gel, isotônico, água; na "torcida" gritando palavras de incentivo quando você passa; no que atrasa o treino (ou a prova) para te ajudar; no treinador que te acompanha na prova importante; na amiga que topa fazer dupla em uma prova mesmo achando que vai ser um papelão; na parceira de equipe que vai correr mesmo doente, para não deixar a equipe na mão; na companheira que corre mais um trecho para a outra poder se recuperar; no namorado da amiga que dá carona e vira staff de toda uma equipe, e ele nem corre; na amiga que, grávida, não pode participar da prova, mas ainda assim organiza toda a equipe e  vai de staff; naquela amiga que corre ao lado gritando que, sim, você vai terminar a prova; naquele amigo que fica sabendo que furtaram teus tênis e te dá um igualzinho de presente...
Pois então, tudo isso eu vi durante o  ano de 2013, na minha vida de atleta, e muito mais. É o que mostra que a gente pode ter esperança no mundo. A campanha de doação de tênis foi um exemplo disso. Vamos transferir todo esse sentimento que da um calorzinho no coração para todos os aspectos da nossa vida?
Feliz Natal!

sábado, 21 de dezembro de 2013

EEEE, Férias!!!!

Ou recesso, está valendo, o que importa mesmo é poder descansar. 
Engraçado que quando eu penso em férias, penso no tempo que vou ter para correr, nadar e pedalar...bommmmm!
Mas o tempo off faz parte de qualquer processo de treino adequado para quem tem objetivos a alcançar. É difícil parar, eu bem sei...até porque a gente rala o ano inteiro não só pelo desempenho, no meu caso, mas também pela estética, e parar dá a impressão de que estamos botando tudo a perder, bem quando a comilança é maior!!!
Então em vez de parar, vamos fazer assim: variar, reduzir, relaxar. A corrida progressiva da planilha vira uma corridinha na praia acelerando um pouco no final (se der), a natação no mar é beeem mais gostosa do que na piscina, então qualquer hora sem vento é boa, e o pedal...bom, levar o Arthur para comer um açaí em Jurerê, ir na padaria...delicia de treino!!!
Para quem normalmente só corre como aeróbico, quem sabe umas voltinhas de bike (vale mountain bike, vale ate caloi ceci)? Caminhada na areia fofa também pode ser bom. Correr atras de criança, apostar corrida com os pequenos, jogar para cima no mar, ensinar a pegar onda...nossa, dá um cansaço!!
Eu gosto de treinar de manhã quando estou em férias, na praia ou em casa mesmo. Porque pode aparecer uma espumante irresistível no almoço, ou uma cerveja tãããão gelada que é a única coisa que mata a sede. Isso é suficiente para a tarde ser perdida. Além disso, chuvas de verão são no final do dia, então você planeja aquela corrida boa, e cai o maior toró antes de você sair (se for durante a corrida, lava a alma).
Fora a consciência. Correu, nadou de manhã? Missão cumprida, daí o dia começa. 
Já as pedaladas à tarde são passeio.
E a dieta? Adaptações também são necessárias. Em vez de dia do lixo (porque aí todos correm o risco de entrar na categoria, especialmente de hoje até dia 02 de janeiro), que tal refeições do lixo ao longo do dia, regulando um pouco o numero de calorias?
Um bom café da manhã, mais proteico e com menos carbo, já que ficar deitado na cadeira de praia não é exatamente um queimador de calorias. Mas se treinar, ainda que de leve, já pode pensar em colocar uma colher de aveia em flocos, além da chia, em um shake feito com banana congelada e Ades original ou sabor frapê de coco. Fica bom demais! Senão, omelete com ervas e uma cebola refogada,  e até o pão de queijo funcional, receita ali ao lado.
Dali em diante, fazer escolhas: almoço ou jantar punk? Os dois? então tá, mas no dia seguinte tem que compensar. Melhor mesmo é fazer o almoço mais gordinho, e o jantar mais leve, mas a gente sabe que é a partir do anoitecer que as coisas acontecem no verão, então, considerando o calor, um saladão no almoço com um peixinho.
Tem mesmo que regular? Não, não tem. Mas não vale reclamar que engordou depois.
Bebidas alcoolicas? Para quem gosta, o verão é muito propício. Férias dão a sensação de liberdade: posso tomar cerveja e tirar uma soneca depois, uhuuu!
Destilados eu já não consigo mais tomar, nem capirinha, e acho muito doce. Sorte minha, eu sei. Mas o vinho rosé geladinho...não resisto, nem quero. Troco frouxo um sorvete calórico por duas taças de vinho. 
Alias, experimente bater no liquidificador dois scoops de whey (escolhe um mais gostosinho), 100ml de água, 4 pedras de gelo e uma colher cheia de goma xantana (tem em loja de produtos naturais, e pode usar depois para fazer pão sem gluten). É ruim de bater por causa do gelo, mas no final já sai uma pasta compacta. Congelador por duas horas, e você tem um sorvete proteico! Gelatina diet, depois de pronta, batida no liquidificador com iogurte também é bom demais!!
Está dificil resistir? Vai logo tomar o sorvete de menta com chocolate para ficar feliz e não pensar mais nisso.
Isso que acho importante, fazer as escolhas, e tentar manter o foco, lembrar que o mundo não acaba dia 02, e é possível comer muitas coisas gostosas que não são tão gordas, mas também dizer não para um camarão a milanesa pode ser considerado crime e você ser tachada de pessoa esquisita!! Ama muito? então come, só não precisa comer um quilo.
Frutas de verão, como melancia, que hidratam e são pouco calóricas, ótimas. Dica: bata no liquidificador melancia, pedras de gelo ou água gelada, e um pouquinho de canela. Fica uma delícia! Ou gengibre, eu também adoro!
E sempre lembrar que o que engorda, mesmo, não é o que a gente come entre Natal e Ano Novo, e sim entre o Ano Novo e o Natal. Se, durante o ano todo,  você conseguiu criar bons hábitos alimentares, não pensar gordo, e se preocupar com a saúde, um pé na jaca agora não vai botar tudo a perder. 
E correr faz parte da diversão, e não do sacrifício.
Bom final de semana!!



  

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Triathlon, segunda missão: um novo mundo

Triathlon do Sagu. Quem não esta familiarizado deve achar muuuito estranho o nome. E é. No último sábado, no congresso técnico que precede a prova, fiquei sabendo que o doce começou como uma gentileza da Marla, esposa do Waldemaro (triatleta top), aos então poucos triatletas que participaram de um meio iron simulado, há mais de dez anos, substituindo medalhas e trofeus. Hoje continua sendo uma gentileza, mas agora em grau muito maior, pelo volume de gente.
Participei ano passado em equipe, fui a corredora, a Grazi nadou e a Deise pedalou. Naquele dia, deu uma coceirinha para fazer tudo, porque o clima era tão legal, as pessoas pareciam estar curtindo tanto...Acho que é por isso que pode ser feito em equipe, para a gente ver como é legal.
Então, muita água rolou, asfalto foi pisado, iniciei minha vida na bike, acabei fazendo o GP, e criei coragem para me inscrever no Sagu, solo. A prova é triathlon olímpico 1500m natação, 40km de bike e 10km de corrida. Sim, na cidade que não tem mar, então a natação é na piscina do Sesi, em círculos, meio tumultuada, e muito divertido. Se pensar em distância, em uma piscina de 25m (50 ida e volta), são 30 voltas; o pedal é como ir de Blumenau até o trevo de Itajaí, indo pela Rodovia Gov. Jorge Lacerda, e a corrida corresponde a sair do shoppig newmarkt, descendo a rua sete de setembro, passando pela Beira Rio e rua Martin Luther até quase o final, em direção ao parque, dar mais uma voltinha, e retornar ao shopping. Agora parece bastante coisa, não é? Basicamente, o dobro do que fiz no GP de Balneário Camboriu. Para mim, ainda é grande coisa, um novo desafio. 
A prova é toda organizada pelo pessoal daqui, atualmente pela ABTRI, associação blumenauense de triathlon, com um pessoal guerreiro, aquela gente que faz, sabe?
Vão atrás de patrocínio, compram o que é necessário, conseguem as autorizações, e tudo dá certo.
Trata-se, contudo, de um evento predominantemente de confraternização e divulgação do esporte em Blumenau. Isso quer dizer que não tem premiação, e, este ano, sequer foram anunciados os resultados. Isso porque não tem controle de tempo e distância, em tese cada um conta o seu, embora tenha um pessoal dando uma força. Este ano foram estagiários de Educação Física da Uniasselvi, capitaneados pelo amigão Mateus Moreira, que estará ano que vem como atleta na prova, é o que espero.
O pessoal da FETRISC também vem dar um suporte, e isso é ótimo, porque eles deixam a coisa com cara mais séria. Eu, que não estou acostumada às regras relativas à transição, aprendo muito: quando pode montar na bike na T1 (primeira transição), quando pode tirar o capacete e sair correndo na T2, entre muitas outras coisas.
Este ano teve até um kit bem legal, camiseta linda, gel, barra de proteina, garrafinha, Black Wish (melhor energético ever), cupom de desconto, e na hora ainda ganhamos touca de natação. Como disse o presidente da Abtri, meu amigo Astério, quem é atleta sabe do que atleta gosta num kit.
Eu fui abençoada nesse evento. Não tive tempo para treinar o necessário, especialmente na bike. Foram as aulas indoor e um treino sério na rua com a speed antes da prova. Nunca, repito, nunca, tinha pedalado os 40km da prova, mas incrivelmente estava tranquila, porque fui com a firme intenção de ver se dava conta.
Para a natação estava relaxada em relação à distância, mas não a velocidade, porque meu treino não é voltado para isso.
E a corrida...bom, tinha que contar com meus treinos recentes e os da memória, e torcer para as pernas funcionarem depois do resto.
E lá fomos nós. Eu e a Grazi Rodolfo, únicas mulheres fazendo sozinhas. Uhu! Alguém tem que começar, não é? Tenho certeza de que ano que vem seremos em muito mais.
Everton, o coach, resolveu me acompanhar na prova, e isso mudou tudo, porque me deu muito mais segurança, especialmente para pedalar.
O pré prova, aqueles minutos que antecedem o início, são os mais divertidos, é o momento confraternização total, e mais uma vez fui muito bem recebida pelos excelentes triatletas que temos aqui, todos dispostos a dar dicas e ajudar, dando o maior apoio.
Na natação, claro que não tem como nadar junto com alguém, eram baterias largando a cada quinze segundos, e aquela confusão do povo na água, mas, sinceramente, ainda assim, nadar na  piscina é bem mais tranquilo, me sinto mais segura, naturalmente. Durante a natação, como sempre, achei que estava sendo muuuuito lerda, mas quando saí e olhei o garmin, 29'38", mesmo a distância sendo um pouco menos dos 1500m oficiais, fiquei feliz, até porque, ao contrário do que imaginava (de verdade), não fui a última a sair da piscina, e sei que fiz todo o percurso, me preocupei bastante com a contagem das voltas e em não perder a técnica pelo desespero.
Na bike, comecei insegura demais, porque a falta de manha para troca de marchas e curvas (o que não tem na aula indoor) ficou muito evidente. Por isso a participação do Everton foi importante, ele foi na minha frente (colei no vácuo da bike dele), e ia me dando as diretrizes. Como eram cinco voltas no mesmo circuito, a primeira foi péssima, a segunda regular, e assim fui melhorando e me sentindo mais segura. As pernas ficaram firmes, só me senti o peso na ultima volta mesmo. 
Quando larguei a bike, estava seca para correr, e as pernas molinhas...nos primeiros 5km estava me sentindo muito bem, só ia, velocidade constante, regular. Depois o sol apareceu, senti o peso das distâncias, e ter alguém correndo junto foi bem importante para não desanimar. Deu certo, terminei, e cheguei bem, embora nos últimos 500m tenha dado um quase desespero (não chegava nunca).
Muita hidratação, gente dando suporte, e a melhor torcida do mundo: as meninas Grazi, Giovana, depois a Bruna, e tantas outras, gritando no posto a cada volta, fiquei emocionada com o carinho. Fora quem não grita mas a gente sente a vibração.
No final, estavam lá meus amores me esperando, e o famoso sagu, que peguei para a Amanda, porque eu não gosto (que absurdo, né? todo mundo gosta de sagu).
O melhor de tudo foi ter conseguido. Não me importava com o tempo que levaria, até porque não tinha nenhum parâmetro de comparação, só queria sentir o olímpico, e, como dr. Fábio sempre disse, foi a distância perfeita para mim. Nem tão grande a ponto de eu ficar entediada porque não tem fim, e nem tão curta de maneira que eu fique achando que poderia ter feito mais. Adorei. Isso porque meu pedal foi bem ruinzinho, tenho noção do ponto fraco, e ja sei o que treinar. 
Agora sim, missão cumprida, vamos fazer treinos light para preparar para os muitos festejos...
E pensar nas conquistas de 2013, traçar as metas para 2014...adoro uma retrospectiva. 




terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Acredite!!

Sim, esse é o título. O motivo está no final, momento autoajuda.
Então estamos encerrando 2013. Cada um escolhe sua forma de encerrar: treino coletivo, treino de morte,  morros, uma prova bem bacana, uma aventura...Mas eu acho legal fazer um encerramento, porque gosto de símbolos. "A última prova do ano", sabe?
A minha última prova de competição, e de muitas pessoas que conheço aqui em Blumenau, foi  a Corrida de Natal, realizada no último domingo.
Foi necessária uma boa dose de imaginação dos organizadores para tentar nos fazer esquecer que moramos nos trópicos, e não no hemisfério norte...E deu certo.
Uma ótima organização de prova, preço justo, esquema track and field e Blumenau 10k: estacionamento de shopping, banheiro de shopping, conforto básico.
Kit interessante, alem da camiseta (de um tecido bem macio) vinha uma simpática taça com o simbolo do shopping Park Europeu, mais uns brindezinhos. Ah, sim, e o gorro do Papai Noel, porque a ideia era fazer uma corrida festiva, estilo norte americano, pessoal fantasiado,e  tal.
Até que vingou, varias meninas (nem tão meninas) estavam de mamãe noel, teve até premiação para melhor fantasia. A Dianne, que eu adoro, foi de elfo, com um gorro verde, tranças, orelhas pontudas, e meias listradas, um espetáculo lá do alto dos seus 1,75!!! 
Eu não consigo nem pensar nisso, ja sou cheia das mandingas para correr, acho que deve parecer que tenho TOC, fazendo sempre do mesmo jeito, e tem que ser daquele jeito. Colocar um gorro na cabeça implica em alterar o penteado, roupas diferentes podem tolher movimentos...é, coisa de gente meio doida.
Enfim, tinha Papai Noel e ajudantes, e tinha até neve artificial, aquela  espuminha, e, olhando aquele monte de gente de gorrinho vermelho, a neve, ficou um clima legal mesmo.
Muitas equipes presentes com tendas, adoro, acho que dá um astral especial para a prova, ainda mais quando não é em uma cidade grande,  as pessoas se conhecem, vão conversar nas tendas das outras equipes, porque corrida é isso aí, esporte individual, mas muito agregador, incrível!
O percurso era complicado de estruturar, não tinha como escapar de vias movimentadas, mas havia um bom policiamento e marcação do trecho, além do pessoal de apoio.
Mas estava calor. Calor de Blumenau, aquele, inferno na terra. E não só calor. Úmido. Ameaçou chover mas não choveu, a nuvem de água ficou pairando sobre as nossas cabeças enquanto corríamos. Pelo menos não deu sol o dia todo, não vinha calor do asfalto. 
Duas distâncias: 6km e 10,5km. Olha, para quem não corre com frequência, devo dizer que 500m, no final, fazem uma baita diferença. Inclusive no tempo programado para terminar a prova.
Seis km são ótimos para quem quer finalmente aumentar dos 5km com cautela. Vi muitos iniciantes, gente que corre há pouco tempo, gente voltando a correr, que beleza.
Eu, sinceramente, não fui para fazer um tempo bom, fui para terminar. Sério. Quase nem fui. Dei até uma cochilada à tarde, acordei super preguiçosa, fui mais pela participação, tinha pago, e era o treino de domingo, afinal. Mas estava com dor no quadril, sábado tinha sofrido bastante, e não queria me lesionar.
Mas é aquele negócio: prova é prova, estavam lá parceiras ótimas,  extremamente competitivas (Giani, Clenir, Simone...), que já fazem a gente querer se esforçar um pouco mais, e eu me senti bem na prova, porque consegui manter um bom ritmo, sem me estressar.
Uma coisa que fiz que gostei foi não olhar no garmin quanto tempo já tinha acumulado, só a distância. Olhava cada km e ritmo, mas não o total, ou seja, realmente mais relaxada a cada km que me mantinha firme. 
Hidratação boa, peguei em todos os postos, para tomar e para jogar no corpo, extremamente necessário.
O percurso era cheio de aclives, e nem tantos declives...subidinhas bem duras, e eu já sabia que uma inclinação esperava no final, bem naquele momento que a gente pensa que se fossem só 10km, e não mais 500m, já teria terminado.
La pelo km 6 encontrei um advogado de Pomerode, o Tarcisio, e corremos juntos dali em diante. Foi ótimo, eu estava precisando de companhia para dar uma animada, ele também queria terminar dignamente, mantivemos um ritmo bom, até o último km, ele estava melhor do que eu e foi.
A parte mais linda foi chegar com o Arthur. Como dava uma voltinha para a chegada (aquelas voltinhas de quando a gente pensa que já chegou), eu o vi e Péricles disse que ele queria chegar comigo, então faltando uns 50 metros lá veio ele me acompanhar...espera. Acompanhar não, me ultrapassar, e chegar quase antes de mim!!! Super feliz, lindo lindo, tanto que pedi para a moça dar a medalha direto para ele.
Eu não esperava nada, até porque achei meu tempo bem ruinzinho, mas depois vi que na verdade foram 10,900, em 54'35" (ou 54'32" pelo tempo do chiptiming), então, naquelas condições, percurso que não era plano, calor para todo mundo...ótimo!
Tão ótimo que fiquei em quinto lugar geral, para minha surpresa! O troféu é uma graça, em formato de pinheiro, e o pódio foi um sucesso, as meninas foram super bem!! Vanessa, Camila, Simone, Giani, Clenir,  Michelle, show de bola, todas lá!! 
Tinha premiação por categoria, parabéns aos organizadores, fizeram muito mais gente feliz com seu desempenho.
Lembrei que vi a quarta colocada chegando uns cinco metros na minha frente, mas como não achava que tinha chance de pódio, nem me preocupei com ela. Olhando no chiptiming descobri que fizemos exatamente o mesmo tempo líquido, ela só teve tempo bruto menor do que o meu...faz parte.
O que lamentei é que o pessoal não acreditou que tinha chance. Foi quase todo mundo embora antes da premiação...uma pena. Já acho triste não ter gente da equipe lá para aplaudir quando a gente ganha trofeu, fico com invejinha do pessoal que ganha e tem toda uma torcida, eu costumo ficar, ate nas provas da O2, Track and Field (isso, as que não tenho chance alguma). Mas tudo bem, faz parte, normalmente nas provas daqui ficamos eu,  a Clenir, a Simone, a Lilian...não só porque nos esforçamos e demos o melhor (como um monte de gente), mas porque, além de esperançosas, somos curiosas, e vamos lá na organização perguntar como ficaram as colocações.
Na premiação por categorias, só da para ter certeza na hora mesmo, é com emoção. Com isso, o Arthur recebeu o trofeu pela Vanessa (essa se deu bem, fotos lindas), quase que eu recebi o da Camila (ela ouviu ao longe e veio correndo), Rodrigo ficou com o da Michele. Não é a mesma coisa receber depois...então, meninas, acreditem! Quando a prova fica difícil por alguma razão externa (clima, altimetria...), penso que,  se está ruim para mim, está para as outras também!
A Fernanda que resolveu ficar, estava super emocionada com seu primeiro pódio, valeu a pena!!
E agora? ah, pois é, domingo tem o triathlon Copa do Sagu, que é só brincadeira, não tem competição (de verdade, porque não vão divulgar os resultados), mas tenho que dar conta de terminar, mesmo treinando pouquíssimo de bike...espero conseguir sem fazer um fiasco.
E aí sim, encerro o ano, para depois fazer um balanço de 2013 com vocês e traçar as metas para 2014. O que será que nos espera?








quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

O milagre do verão

Tem uma frase/quadrinho ou assemelhado, que eu li no facebook, acho que o Dr. Fabio foi quem postou primeiro, que diz algo mais ou menos assim: "Se já está dificil para quem treina, imagina para quem está confiando só no gel redutor", em uma referência à busca da boa forma física e seus métodos, especialmente quando vai chegando o verão.
Então, acho que algumas dessas pessoas que usaram gel redutor o ano inteiro (e só fizeram isso) descobriram que não funcionou...choque total, não é? Não falo aqui de quem fez massagem modeladora, tratamentos estéticos com todo tipo de tecnologia, métodos alternativos (passivos). Falo de quem só passou o gel redutor, aquele que dá um geladão quando a gente passa, e depois esquenta, sabe? 
Como eu descobri? Esta semana reparei que apareceram pessoas novas na academia, inclusive algumas tentando fazer aula de bike, a aula de bike do Everton, que é punk, maravilhosamente punk. Pessoas olhando para os aparelhos da musculação com uma interrogação na testa...
Aquelas pessoas que se matriculam em final de novembro, dezembro, na busca, a essas alturas desesperada, por um corpão para desfilar na praia, piscina, festas de verão... Engraçado que algumas pessoas que começaram agora a se exercitar, realmente acham que vão estar gostosas até o ano-novo. Porque a ideia não é só emagrecer, que até é possível em pouco tempo, dizem, usando dietas radicais e meio malucas, perdendo muita água, sem muita saúde, mas é possível. Não, não. O negócio é secar e definir (e tirar a celulite, no caso das mulheres), aquilo que muitas mulheres e homens passaram o ano inteiro buscando, com dedicação, afinco, e, para alguns, sacrifício.
Claro, algum sacrifício sempre existe, ou na restrição de certos alimentos, ou na atividade física, já que muita gente que detesta se exercitar o faz assim mesmo, pela saúde e pela estética. E quase ninguém realmente é "magra de ruim", comendo tudo o que não pode. 
Eu adoro a parte do exercício, que sorte, e tento me divertir o máximo possível com a parte boa da dieta (que existe, sim), e sublimar a parte desagradável (mantras do tipo "eu não preciso desse pão, nem do doce agora").
O negócio é que isso é um estilo de vida, ao qual você adere para buscar o seu melhor. Você se reeduca na alimentação, escolhe o que vai fazer de exercício com seu corpo, e pronto. Não tem mais muito o que pensar, tem que colocar no piloto automático e ir em frente, mesmo que seja carregando marmitas ou comendo uma lata de atum no meio da tarde. Atenção, eu não sou do tipo que passa fome, não serve para mim, fico triste demais e sem energia, então vou adequando o que posso comer para saciar, dentro do permitido, adaptando receitas e criando umas coisinhas diferentes, com ajuda da Nadia e de muitas pesquisas. 
Eventualmente você vai enfiar o pé na jaca, em dias de lixo, passar uma (ou duas, ou três) semanas sem treinar adequadamente (ou sem treinar nada), porque está viajando, lesionou,  está cheio de trabalho,  o filho ficou doente, enjoou daquilo e está experimentando outras atividades...Mas aquela é a sua vida, e você logo volta para ela, porque escolheu, e faz parte das prioridades ser saudável e de quebra ficar bonita. 
Sendo assim, quando alguém que manteve os dois pés em uma jaca gigante durante 10 meses do ano (e do anterior, e do anterior a esse), e não tem nenhuma intenção em manter  atividade física depois do carnaval, sinceramente acredita que vai ficar com o corpo desejado em trinta ou quarenta dias...só não é ofensivo porque é engraçado. 
O pior é que isso inclusive é prometido pelas revistas femininas, geralmente com a chamada "operação biquini", "emagrecimento a jato", 5kg em uma semana, tudo firme...isso com poucos exercícios e uma dieta com  nome, digamos, interessante, inventado por algum americano, ou super restritiva. São tão boas essas dietas que mais de 35% dos americanos são obesos...claro que não vou generalizar, acho que de tudo se aproveita alguma coisa, eu sempre busco receitas interessantes nesses livros, adaptações, mas acho que todo mundo já sabe que não adianta nada o radicalismo  e mesmo a dieta sem uma mudança na mente, pensamento magro, mudança de estilo de vida. E adaptação das dietas ao que você gosta, por que não?
Como  li em algum comentário da Lidiane Barbosa, culinarista funcional, a pessoa que sempre comeu  bolo (cheio de recheio e cobertura) com refrigerante  à tarde não vai trocar por uma maçã com canela assada com chia por cima. E se trocar, é claro que não vai rolar por mais de uma semana, e o retorno será cheio de ansiedade pelas coisas "proibidas"!! Tem que trocar, e deixar bonito, apetitoso e gostoso!
E eu vejo gente que se esforçou e se dedicou o ano inteiro, e ainda assim, ainda não está exatamente como gostaria. Eu não estou (normal, virginiana nunca está). Mas nem por isso desmereço minhas conquistas. E como correr, pedalar, nadar, pegar peso, me fazem muito feliz, o caminho é bom demais. 
Sim, o verão esta chegando...não é que seja tarde demais, e eu super incentivo quem está começando, porque antes agora do que nunca, mas é aproveitar a chance e mudar tudo, porque milagre não existe. Posso estar sendo meio azeda, mas pode acontecer até de a pessoa inicialmente ganhar peso fazendo a atividade física, seja por aumentar a massa magra, seja porque passa a comer mais. E aí vai se frustrar, dizer que não adianta nada. Bom, perseverança é um ponto crucial.
O bom mesmo é se dedicar o ano todo, manter, e agora, quando chegarem todas as maravilhosas e gordinhas comemorações, poder participar com gosto, sem exageros para depois não se arrepender, mas com uma relaxada na dieta e na rotina de treinos. Nadar no mar, ir de bike com o filho até a padaria, caminhar com os pés na beira do mar...isto também vale. Um descanso merecido para o guerreiro. 





quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Pódio da dupla e novidades

Ai, que atrasada, que abandono aos leitores...sorry. Muito trabalho, até em outra cidade, então embolou o meio de campo, como diz meu pai.
Tudo bem que nem precisava ter pressa, porque meus fieis leitores tiveram o privilégio de poder saber mais sobre os carboidratos  com a Kátia.
Lendo o post dela, e fazendo minhas pesquisas e experiências culinárias (namorando a culinária funcional), vou começar a postar umas receitinhas por aqui também, porque muita gente pede quando eu coloco no facebook, e aqui posso colocar fotos, contextualizar a receita, enfim...
Antes disso, tenho que contar sobre  o GP Running 20k, que foi lá no dia 16 de novembro. Que prova legal!
Organizada pela SB5, foi a terceira edição deste ano. É uma prova de aventura, com variações de terreno. Os 20km podiam ser completados sozinho, em dupla ou quarteto. Ótimo, porque tinha aslfalto, morro, trilha, praia, calçamento...ou seja, para todos os gostos. Menos para quem só gosta de correr no asfalto e no plano, porque isso não tinha por mais de, digamos, quinhentos metros.
Kit show, com garrafa grande, daquelas que cabe na bike, porta número e uma camiseta linda, rosa para as meninas (nem gosto de rosa, mas essa e linda), cinza escuro para os meninos. Karin, também juíza corredora, foi super parceira e pegou os kits na sexta-feira. O trânsito estava péssimo, eu não chegaria a tempo.
Tinha dado aquele sol lindo no feriado dia 15, mas no sábado ficou fresquinho e nublou total. Ou seja, perfeito para correr uma prova dessas.
A largada era na praia de Taquaras, no asfalto, e seguia para trilha, até Estaleiro. De lá, trilha mais fechada e depois morro na Interpraias, praia, e mais uma subida básica, a da Praia do Pinho. Ui.
Fui em dupla com a Simone. Nossa primeira prova em dupla oficial. Oficial porque já completamos juntas várias provas, mas individualmente, só acompanhando uma a outra. Dessa vez, não. Ela largou e depois de 10km sofridos foi a minha vez de continuar.
Largada pontual, lá foi a Si. O posto de troca era ótimo, no Estaleiro, com hidratação.
Eu gostei muito do meu trecho. Foi sofrido, porque já larguei em subida da trilha, que não era íngreme, só não acabava nunca. Passei por vários lugares da prova do Parador, que fiz em 2011 em dupla com a Michele, inclusive a trilha, cuja descida eu agora já conhecia, e como não tinha chovido, mesmo com cascalhos e pedras, dava para correr. Incrivelmente, eu estava bem corajosa na descida, larguei mesmo, e deu tudo certo.
Agora, a praia...ai. Era só areia fofa, muito fofa, sem ter para onde fugir. Eu ficava me lembrando da Joaquina, de Jurerê, e era tão diferente! Aqueles 600m não acabavam nunca. Quando vi o morro da praia do Pinho, lá na frente, e todo o seu asfalto naquela subida super íngreme, fiquei aliviada, então imaginem!
Ficamos em segundo lugar na dupla feminina, passamos juntas no portal, e foi muito emocionante. A Si na primeira prova de aventura pós-lesão, dando conta total.
Para nós é sempre uma superação esse tipo de prova, porque o treino para a prova é a própria prova! Não temos treinos na região, no mesmo percurso, como muita gente que mora lá perto.
As provas da SB 5 são muito bem organizadas, de boa qualidade. E com pódio é sempre mais gostoso.
Agora é reta final, poucas provas. 
Dia 08, próximo domingo, tem travessia no Canto Grande (revezamento) e prova noturna do Shopping Park Europeu, com duas distâncias: 6 e 10,5km (os 500m podem parecer pouco, mas no final da prova não é bem assim, e são pelo menos mais 2 minutos correndo). Vamos ver se eles conseguem montar uma estrutura legal como as provas de Track and Field e Blumenau 10k, com a maravilhosa premiação por categoria para animar a turma.
Para muitos, a ultima prova do ano. Tem gp running celebration dia 28 de dezembro em Balneário Camboriú, para quem quiser encerrar o ano com charme em 5km à noite, e muita festa (e muita fila, eu acho...).
E os treinos, a partir de agora, com tantas confraternizações de final de ano? tantos compromisso sociais? Aiaiai, difícil né? Qual o seu truque para não enfiar muitos pés em muitas jacas antes da sexta-feira chegar?
Agora, que pretendo escrever mais no blog, adianto o assunto de amanhã: adoro revista feminina prometendo "torrar" os quilos excedentes para o verão!!! #sqn#
beijos