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Mostrando postagens de 2018

Apresento meu novo amor dos pés...Asics Dynaflyte 2

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Assim como o amor se multiplica em relação a pessoas, assim também aos tênis. Cada um à sua maneira, a gente vai conhecendo e se apaixonando (ou não), sem perder o amor pelo (s) outro(s). Comentei com o Denis, da Hardt Vida Esportiva, que fazia tempo que não calçava um Asics, fui mudando os modelos e desde o Noosa eu não experimentei mais nada. Eu adorava o Noosa Fast, com seu drop baixo e conforto, e depois tentei o Noosa Tri, mas não deu tão certo, era mais grandão e não me adaptei, até bolha me deu.  Então o Denis falou do Dynaflyte, que seria confortável como o Kayano mas mais leve. E me emprestou um para eu dar uma olhada, que virou um presente porque foi amor à primeira corrida. De fato, quando você calça, já sabe que será muito confortável. Não aperta nas laterais nem na frente, e na parte do calcanhar fica firme sem apertar, o pé não sobe e desce, sabe? Ultimamente tenho ficado com bolhas (até de sangue) na ponta do meu dedo médio do pé direito, que é bem maior do que o dedão…

Itens de Coragem. Ou criando memórias afetivas na corrida

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Memórias afetivas são aquelas que a gente tem de algo geralmente da infância, ou de alguma época há bastante tempo. É um cheiro, um gosto, um toque, uma situação, um momento, um abraço, algo que mexeu com as nossas emoções em um momento da vida, e aquilo fica na mente, esperando um estímulo para despertar. Não sou psicóloga, ficarei com a simplicidade da explicação.  Bom, muitas memórias afetivas estão relacionadas a comida. Minha avó fazia umas almôndegas sensacionais, minha outra avó fazia pizza, massa dela, que era boa até gelada, antes de ir dormir. Minha terceira avó (privilégio) fazia banana frita com canela e açúcar e comíamos no pão (sim, comíamos tudoooo). Claro que quando sinto cheiro de banana frita lembro disso. De uma maneira linda, mas tenho plena convicção de que não vou gostar agora como gostei naquela época. Mas tem sua importância, e faz afagos no coração. Lembro bem, meu pai fazia carinho nas minhas costas para eu dormir, à noite. Suas mãos sempre eram quentinhas, …

O que correr em 2018?

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É, people, fevereiro chegou. Agora não tem jeito, hora de programar de verdade as corridas do ano. Digo isso apesar de saber que muita gente já tem tudo planejado desde agosto do ano passado. Mas eu não sou uma dessas pessoas. Tenho sonhos, ideias, metas...mas micrometas para as grandes metas, e estratégias, eu estabeleço mais no início do ano, até porque é quando sabemos  as datas das provas desejadas (tirando as mega power que estão marcadas desde a edição do ano passado), e como vão ser os treinos. Além disso, pelo menos no meu caso, janeiro é base básica, então ainda estamos montando o calendário do ano. Claro que isso porque somos amadores. Os profissionais não são assim. Só que os profissionais correm bem menos provas do que nós, amadores, que somos os financiadores das provas de corrida no Brasil e mundo afora. Por isso eles (os profissa) têm que saber com antecedência, dependem de patrocínio e bons resultados para mais patrocínio e, tipo assim, ganhar a vida com atletismo, o …

Vamos falar de saúde e corrida? Osteoporose e estilo de vida, por Kátia Dieckmann

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Minha avó tinha osteoporose. Em uma época em que se sabia pouco sobre isso. O médico mandou e minha mãe triturava casa de ovo no liquidificador e colocava no mingau de aveia da vó. Treva. Ela nunca reclamou. Nunca reclamava. Isso acendeu uma luz forte dentro de mim: osteoporose na família. Ruim. Minha mãe não é a pessoa com ossos mais fortes do mundo. Já quebrou alguns, e geralmente uma costela por ano nos últimos dez anos. Sim. Costela calcifica meio sozinha, ela trinca e o corpo cuida de tudo. Todos somos um pouco Wolverine. No caso da minha mãe, tem osteopenia há bastante tempo (quando o corpo não produz um novo osso tão rapidamente quanto reabsorve o osso antigo), sabendo disso através de um exame chamado Densitometria Óssea, além de, no caso dela, ter essas fraturinhas. Em 2017 ela quebrou uma vértebra (ou duas). Teve que operar, foi colocado um cimento cirúrgico para segurar, uma técnica bem legal, pouco invasiva e de rápida (até demais) recuperação. Mas os exames apontaram que …

Avaliação de tênis: tradição x novidade: Nike Zoom Pegasus na 34ª edição e Hoka One One Clifton na 4ª

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Demorei a ter meu primeiro Nike para correr. Usei alguns modelos da tecnologia Lunar, depois tive  Vomero, e voltei para Lunar, especialmente o Glide. A primeira lesão que tive foi depois de fazer uma prova usando o Vomero. Culpa dele? Não, né? Mas fez parte do conjunto da obra. Eu treinei distâncias maiores do que estava acostumada, volume grande, subidas e descidas fortes, e como era muito treino para o Desafrio de Urubici (aquele do nunca mais), negligenciei a musculação. Isso, mais o dia da prova só na lama das trilhas sem fim (minha infelicidade também) e a descoberta de não estar com o tênis ideal...boom! Fiquei receosa por um tempo, até o Roehniss me indicar o Pegasus, na época na versão 32. Foi indicado como um tênis bom para provas, com estabilidade. Na época ele me explicou que a minha pronação era tão suave que não justificava usar o lunarglide, para pronadores (é um tênis leve, ótimo). Apaixonei pelo Pegasus. Comprei dois pares e revezava. Confortável sem ser macio demais…