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Mostrando postagens de Fevereiro, 2018

Apresento meu novo amor dos pés...Asics Dynaflyte 2

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Assim como o amor se multiplica em relação a pessoas, assim também aos tênis. Cada um à sua maneira, a gente vai conhecendo e se apaixonando (ou não), sem perder o amor pelo (s) outro(s). Comentei com o Denis, da Hardt Vida Esportiva, que fazia tempo que não calçava um Asics, fui mudando os modelos e desde o Noosa eu não experimentei mais nada. Eu adorava o Noosa Fast, com seu drop baixo e conforto, e depois tentei o Noosa Tri, mas não deu tão certo, era mais grandão e não me adaptei, até bolha me deu.  Então o Denis falou do Dynaflyte, que seria confortável como o Kayano mas mais leve. E me emprestou um para eu dar uma olhada, que virou um presente porque foi amor à primeira corrida. De fato, quando você calça, já sabe que será muito confortável. Não aperta nas laterais nem na frente, e na parte do calcanhar fica firme sem apertar, o pé não sobe e desce, sabe? Ultimamente tenho ficado com bolhas (até de sangue) na ponta do meu dedo médio do pé direito, que é bem maior do que o dedão…

Itens de Coragem. Ou criando memórias afetivas na corrida

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Memórias afetivas são aquelas que a gente tem de algo geralmente da infância, ou de alguma época há bastante tempo. É um cheiro, um gosto, um toque, uma situação, um momento, um abraço, algo que mexeu com as nossas emoções em um momento da vida, e aquilo fica na mente, esperando um estímulo para despertar. Não sou psicóloga, ficarei com a simplicidade da explicação.  Bom, muitas memórias afetivas estão relacionadas a comida. Minha avó fazia umas almôndegas sensacionais, minha outra avó fazia pizza, massa dela, que era boa até gelada, antes de ir dormir. Minha terceira avó (privilégio) fazia banana frita com canela e açúcar e comíamos no pão (sim, comíamos tudoooo). Claro que quando sinto cheiro de banana frita lembro disso. De uma maneira linda, mas tenho plena convicção de que não vou gostar agora como gostei naquela época. Mas tem sua importância, e faz afagos no coração. Lembro bem, meu pai fazia carinho nas minhas costas para eu dormir, à noite. Suas mãos sempre eram quentinhas, …

O que correr em 2018?

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É, people, fevereiro chegou. Agora não tem jeito, hora de programar de verdade as corridas do ano. Digo isso apesar de saber que muita gente já tem tudo planejado desde agosto do ano passado. Mas eu não sou uma dessas pessoas. Tenho sonhos, ideias, metas...mas micrometas para as grandes metas, e estratégias, eu estabeleço mais no início do ano, até porque é quando sabemos  as datas das provas desejadas (tirando as mega power que estão marcadas desde a edição do ano passado), e como vão ser os treinos. Além disso, pelo menos no meu caso, janeiro é base básica, então ainda estamos montando o calendário do ano. Claro que isso porque somos amadores. Os profissionais não são assim. Só que os profissionais correm bem menos provas do que nós, amadores, que somos os financiadores das provas de corrida no Brasil e mundo afora. Por isso eles (os profissa) têm que saber com antecedência, dependem de patrocínio e bons resultados para mais patrocínio e, tipo assim, ganhar a vida com atletismo, o …